segunda-feira, 28 de junho de 2010

Bicho de sete cabeças

O filme é baseado em fatos reais, conta de uma forma dramática a história de um jovem no auge da sua adolescência, que em busca de novas experiências acaba tendo contado com drogas e é visto como um viciado por seus pais. Estes por sua vez acabam tomando uma medida impensada, internando-o em uma clínica psiquiatra. Lá ele encara muitas dificuldades, pois é visto como se fosse realmente um louco. Dessa forma o rapaz acaba sendo obrigado a usar drogas ainda piores como calmantes e tranqüilizantes fortes.

O longa aborda de uma forma inteligente as falhas que podem existir dentro de uma família aparentemente normal e as conseqüências que podem surgir com atitudes impensadas e por valores pré-estabelecidos, além disso, o filme faz referência à realidade das clínicas psiquiatras do Brasil, mostrando como uma proposta aparentemente séria pode se tornar um ato tão irresponsável e muitas vezes letal.

O filme é muito interessante e sua linguagem coloquial dá uma naturalidade o que forma o filme mais dinâmico, além disso, podemos contar com ótimas atuações do cenário brasileiro, o que dá um grau de interação maior entre o espectador que já conhece os atores com o filme.

Grupo: Jéssica, Laís e Leila.

A produção de fahrenheit 451, em 1966, baseada em um livro de Ray Bradbury e dirigida pelo famoso François Truffaut miscigena romance e ficção científica de uma forma esplêndida.

Os efeitos de câmera são muito bons, mas a qualidade sonora deixa um pouco a desejar. Os atores possuem uma representação excelente em seu papeis.

Toda trama se desencadeia a partir da vida de um bombeiro (Montag) que era designado a queimar livros, mas ao longo do filme passa a defendê-los. O desenrolar dessa história é fantástico! E o tema abordado é admirável.

O filme transparece suspense e também valoriza e destaca a importância do conhecimento intelectual. Apresenta soluções plausíveis aos problemas desencadeados: onde já se viu decorar livros e tornar-se um deles?(muito interessante)

Recomendamos. Vale a pena assistir!

Luan Sancho e Caroline Blaudt

domingo, 27 de junho de 2010

Um estranho no ninho

O filme conta a história de um homem que se submete a um tratamento em um sanatório. Mas o personagem não demonstra nenhum problema mental o que gera grandes discussões entre ele e os médicos da clínica.
Ao entrar no sanatório Mac observa toda a rotina monótona a qual os pacientes eram submetidos e, como não se adapta a ela tenta mudá-la. Ao fazer isto é reprimido pelos dirigentes, médicos e enfermeiros do local. Por muitas vezes existiam duvidas se Mac era doente metal ou não. Porém, ele por interesse se passava por doente mental.
As punições eram feitas através de agressões físicas como choques elétricos e visavam na verdade assustar os outros pacientes para evitar que fizessem o mesmo, o métodos de controle variam de acordo com a finalidade e o caráter do grupo em questão. Com o passar do tempo os outros pacientes foram encontrando em Mac aquilo o que eles gostariam de ter mas não podiam devido a organização da clínica, ou seja, elegeram Mac como um líder e ao mesmo tempo como um "protetor" contra as ameaças de punições, já que ele não demonstrava medo ao receber uma punição e mantinha o seu principal objetivo: alcançar a liberdade.
O que Mac via como liberdade no filme não era a liberdade real, possível na sociedade a qual estava inserido - esta liberdade ele só conquistaria quando não pertencesse mais a tal sociedade e, como demostrou o filme ele a conquistaria após a morte - por isto ela não poderia ser alcançada. Mac buscou no sanatório uma forma de tornar-se livre já que por várias vezes foi preso. Imaginou que ao se fazer passar por "louco" teria sua liberdade alcançada pois os loucos podem fazer tudo o que querem já que são loucos. Se o conceito de liberdade fosse o entendido por Mac, ele teria conseguido, mas como não, ele deveria ter-se ajustado aos limites de liberdade do sanatório.

Grupo: Beatriz, Milena e Amanda

sábado, 26 de junho de 2010

Filadélfia, a abordagem do preconceito

Atualmente, vivemos em um mundo muito desenvolvido, mas ainda marcado por preconceitos que revelam nossa imaturidade diante das questões humanas. E é exatamente nesse contexto que se insere o filme “Filadélfia”. O enredo, gira em torno da história de Andy, personagem vivido por Tom Hanks, um advogado de uma grande empresa, que é despedido quando os empresários descobrem que ele está com o vírus da AIDS.

A partir daí começa um luta emocionante em busca da justiça e igualdade.

Os momentos mais tocantes acontecem quando o advogado Mülher (Denzel Washington) aceita o caso, ao sofrer um preconceito supostamente por ser negro. Nesse momento Mulher se coloca no lugar de Andy e percebe o quanto é dolorosa a dor do preconceito. Outra cena marcante ocorre no tribunal, quando a advogada que defende os empresários utiliza um espelho para demonstrar que Andy não estava tão mau assim como ele alegava, pois não se percebia ferimentos em seu rosto. Então o advogado de Andy, pega o espelho e pede para que ele tire a camisa, mostrando assim os diversos ferimentos que ele apresentava.

O filme é muito bem montado e nos faz refletir sobre nossa ignorância ao tratar deste assunto de extrema importância, que é o preconceito, principalmente quanto aos homossexuais e portadores do vírus HIV. Indescritível.


Produzido por: Aline Corrêia Wandroski

Diego Guilherme Klein Spitz

Rafaela Mozer de Oliveira

Cinema Paradiso

O filme conta a história de Totó, um jovem garoto apaixonado por cinema. E nessas suas idas e vindas ao cinema, ele acaba conhecendo Alfredo o projecionista do Cinema Paradiso. Alfredo torna-se o seu melhor amigo e o ensina a lidar com os aparelhos de projeção, que mais no futuro Totó iria manusear e dar toda alegria a pacata cidade de Giancaldo. O jovem garoto cresce e ainda continua trabalhando no Cinema Paradiso, até que Alfredo o incentiva a ir embora da cidade. Totó só retorna após 30 anos, para o enterro de seu amigo. O filme nos mostra como a amizade é tão importante para a nossa vida, nos passa que jamais devemos esquecer o nosso passado. O diretor Giuseppe Tornatore mostra toda a história do cinema mundial, da película que pega fogo até os dias atuais, além de nos proporcionar as mais belas emoções. Um filme simplesmente sensacional e puro.

Grupo: Yuri, Paloma e Micael

A ÚLTIMA TENTAÇÕA DE CRISTO

Neste filme e abordado uma nova visão sobre a vida de cristo e sobre os seus medos, duvidas e ódio.

Temos uma visão de cristo como filho de Deus que veio a este mundo para nos salvar porém esquecemos que ele também era homem sujeito as mesmas tentações pela qual nós passamos . A final porque ouviríamos alguem que não fosse sujeito ao pecado , que não soubesse o que é a tentação, alguem que fala de um mundo que não vive .

Jesus como homem , pode ser acessível a todos . Nós como homens podemos fazer nossas escolhas, assim como ele .

Cristo poderia não ser nosso salvador , não passar por tantas humilhações mais escolheu este caminho por amor a nós .

O que nos mostra esse filme é quando ele é tentado a viver como um homem comum, onde não levaria sobre si nenhum fardo , mas no final deste pensamento o diabo que sai vitorioso e ele percebe que não é isso que ele quer,e resolve morrer por nós.

Gurpo: Eliane, Cibele e Wagner